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Com 1 tonelada de roupa lavada, Washout quer ser o “Uber das lavanderias” – Yahoo Financas Brasil

Após se formar na Universidade de Dallas, o empreendedor Vittor Strausz percebeu que não estava encontrando tempo para lavar roupas. Além disso, notou que era caro terceirizar o serviço. Assim, numa reunião com os sócios Rafael Guaspari e Rafael Pereira, acabou desenvolvendo a ideia da Washout, startup que promete ser o “Uber das lavanderias”.

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A ideia é simples: a empresa usa a máquina de lavar de outras pessoas para atender a demanda e estar presente em diversos bairros. Assim como o Uber não tem frota de carros e o Airbnb não possui hotéis, a Washout também não tem máquinas de lavar. 

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“Nosso modelo de negócio permite que as pessoas consigam trabalhar de casa, basta ter uma máquina de lavar e passar por nosso processo de aprovação”, comenta Vittor Strausz, um dos fundadores da startup de lavanderias.

O único processo que eles se envolvem é no transporte das roupas. O saco de roupa suja dos clientes é retirado em casa, no dia e horário marcado, pela equipe da Washout. Depois, a roupa é enviada para a casa de um dos parceiro da plataforma, que fica encarregado de lavar, secar e dobrar cada uma das peças.

Vittor Strausz, Rafael Guaspari e Rafael Pereira fundaram a Washout e sonham com 1% do mercado de lavanderias de SP (Foto: Divulgação)

Além disso, a empresa colocou uma camada de segurança. Antes de lavar cada uma das roupas, o “washer” — como são chamados os parceiros da startup — ficam encarregados de tirar fotos das peças de roupa para evitar problemas futuros. A empresa ressalta, também, que apenas peças sociais são passadas. O restante vai como sai da secadora.

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Há pouco mais de um ano no mercado, a empresa já intermediou a lavagem de mais de uma tonelada de roupas e conta com 16 pontos de lavagem em São Paulo. Outros 48 estão na fila de espera. “Após a primeira rodada de investimento, confirmamos nosso valuation inicial de R$ 10 milhões”, conta Vittor.

Próximos passos da Washout

A startup também busca atacar o preço das lavanderias tradicionais. Assim, ao invés de cobrar por peças, como fazem as lavanderias tradicionais, a startup cobra o valor fixo de R$ 25 por quilo, buscando aumentar o número de peças lavadas por vez. Desse valor, a empresa repassa de 35% a 40% para os parceiros — mais do que o Uber, que cobra 25%.

“A gente ainda enxerga um mercado muito premium”, diz Vittor. “Os preços fazem com que só o público A ou B+ possam ter acesso a esse tipo de serviço. Nossa ideia é democratizar o serviço de lavanderia, assim como Rappi e Ifood democratizaram o serviço de delivery, que anos atrás também era um serviço só de classes sociais mais altas.”

Agora, o objetivo da empresa é abocanhar 1% do mercado de lavanderias São Paulo. “Acreditamos que, a curto prazo, a lavagem de roupa vai vir a ser um benefício assim como a academia é hoje”, completa o fundador da startup.

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Reportagem Original


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