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Clarice Falcão denuncia homofobia em carro da Uber sofrida por amigo

Clarice Falcão denunciou caso de agressão e homofobia com um casal de amigos. Célio e Felipe estavam no centro do Rio de Janeiro, quando entraram em um carro da Uber e foram agredidos pelo condutor, que segundo o relato portava uma arma.

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Clarice afirma que o motorista da Uber estar armado

“O meu melhor amigo estava em um carro da @Uber_Brasil com a mãe, o namorado e o afilhado e foi fisicamente agredido pelo motorista armado enquanto era chamado de ‘viadinho’. Ele levou uma coronhada na cabeça, o namorado dele levou um soco e uma rasteira”. 

O roteirista Célio Jr. contou ao jornal O Globo que o condutor aparentava irritação. Ele revela que além de Felipe, estava com a mãe de 70 anos no veículo. O estopim veio quando pediu para o motorista estacionar um pouco mais à frente. 

“Qualquer coisa que acontecia, ele bufava e batia no volante. Quando chegamos à Praça Quinze, pedi para ele parar um pouco mais à frente por causa da minha mãe, que tem 70 anos. Ele se recusou e, na hora de sair, eu disse que ele estava sendo mal-educado conosco. Foi quando ele abriu a janela e nos chamou de ‘viadinho’”. 

Célio explica que tomou a coronhada depois de afastar o motorista, que apontava a arma para o peito de sua mãe. “Ele deu uma rasteira no meu namorado e um soco”. 

Clarice Falcão ainda criticou a Uber, que estaria dificultando o fornecimento de de dados sobre o veículo. 

A Uber se manifestou em nota oficial que pode ser lida ao final da reportagem. A empresa disse que “considera inaceitável qualquer forma de violência e de discriminação em viagens pelo aplicativo”. E pontua que “o motorista citado foi desativado do app assim que soubemos do caso”. 

Não é a primeira vez

Yuri Marçal estava em Porto Alegre quando foi surpreendido pela postura racista e intimidatória de um motorista da Uber, que ameaçou atirar caso o humorista, que é negro, sentasse no banco atrás dele. 

“Meu produtor entrou na frente e eu entrei atrás. Aí, o racista falou para que eu não ficasse atrás dele, senão ele teria que me dar um tiro”. 

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O artista tinha acabado de se apresentar em Porto Alegre e seguia para o interior gaúcho. Yuri diz que o motorista justificou a atitude como ‘motivo de segurança’. 

Também em nota, a Uber declarou que “tem uma política de tolerância zero a qualquer forma de discriminação nas viagens com o app. Assim que soubemos do caso, entramos em contato com o usuário para oferecer apoio e bloqueamos a conta do motorista”. 

Confira nota oficial da Uber sobre denúncia de Clarice Falcão:

“A Uber considera inaceitável qualquer forma de violência e de discriminação em viagens pelo aplicativo. O motorista citado foi desativado do app assim que soubemos do caso. Entramos em contato com o usuário para oferecer apoio e informar que seguimos à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. 

A empresa se orgulha em oferecer opções de mobilidade eficientes e acessíveis para todos – ao mesmo tempo em que oferece também uma oportunidade de geração de renda democrática, independente de credo, etnia, orientação sexual ou identidade de gênero (sendo a primeira empresa de ridesharing que permite nome social na plataforma). 

Fornecemos diversos materiais informativos a motoristas parceiros sobre como tratar cada usuário com cordialidade e respeito e frequentemente realizamos e apoiamos campanhas em favor da diversidade e do respeito como forma de conscientizar usuários, motoristas parceiros e a sociedade em geral. Um exemplo é a campanha “Carnaval de Respeito”, realizada em parceria com a ONG Plan International, que foi divulgada para milhões de usuários e motoristas.

Como empresa de aplicativos de Internet, a Uber está sujeita à legislação sobre esse tema, incluindo o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/ 2014), e só pode compartilhar dados respeitando essa legislação. O Marco Civil da Internet é a lei federal que regula qualquer tipo de compartilhamento de dados no Brasil e proíbe o compartilhamento de dados pessoais com terceiros, exceto nos casos expressamente previstos em lei”.

 

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Reportagem Original


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