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5 polêmicas do Uber de 2019

O Uber se envolveu em várias polêmicas relacionadas ao comportamento de motoristas e passageiros em 2019. Um dos principais assuntos ligados ao app de transporte foi o golpe aplicado por condutores mal-intencionados que burlavam o sistema para tornar as viagens até quatro vezes mais caras que o normal. A fraude ficou conhecida por “treme treme“. Outro caso de destaque foi o de um motorista que se negou a dirigir para uma passageira acompanhada de um cão guia — a empresa chegou a ser notificada pelo Procon.

Entre outros assuntos que repercutiram, está a função que começou a banir usuários e motoristas por enviarem mensagens impróprias no app, e a nova taxa de cancelamento, que deixou a tarifa mais cara para o passageiro em alguns casos. Confira, a seguir, cinco polêmicas que envolveram o Uber no Brasil em 2019.

Retrospectiva Uber: veja cinco casos de polêmicas no app — Foto: Aline Batista/TechTudo

Retrospectiva Uber: veja cinco casos de polêmicas no app — Foto: Aline Batista/TechTudo

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1. Golpe aplicado por motoristas deixava corridas mais caras

Alguns motoristas do Uber aplicaram um golpe chamado de “treme treme” para deixar as corridas mais caras para o passageiro, e aumentar sua remuneração pelas corridas. A fraude consistia em burlar o próprio GPS do aplicativo para que as viagens parecessem maiores do que o necessário. O golpe só podia ser realizado no aplicativo para Android e chegava a aumentar o preço das viagens em até quatro vezes.

Na época do surgimento dos casos em julho, o Uber informou que trabalha para combater irregularidades e que, havendo denúncias do golpe feitas por usuários, os motoristas podem ser punidos. Entretanto, mesmo com a punição, alguns motoristas chegavam a comprar contas falsas para continuarem pegando passageiros e ganhando dinheiro.

2. Um cochilo de R$ 7 mil

Um passageiro do Uber resolveu tirar um cochilo durante a viagem e, quando acordou, estava a mais de 160 quilômetros do seu destino e com uma conta de R$ 7 mil para pagar pela corrida. O caso aconteceu em outubro, na Inglaterra. O motorista, que rodou por mais de cinco horas e meia com o dorminhoco dentro do carro, permaneceu calado durante todo o trajeto. O usuário teve que apelar para as redes sociais para expor a situação, e o Uber afirmou que estava trabalhando para resolver o caso o mais rápido possível.

3. Uber passou a repreender mensagens impróprias

Uber: conversas entre motoristas e usuários serão analisadas caso palavras impróprias sejam enviadas pelo chat — Foto: Reprodução/EmojipediaUber: conversas entre motoristas e usuários serão analisadas caso palavras impróprias sejam enviadas pelo chat — Foto: Reprodução/Emojipedia

Uber: conversas entre motoristas e usuários serão analisadas caso palavras impróprias sejam enviadas pelo chat — Foto: Reprodução/Emojipedia

Desde abril, o Uber e o Uber Eats começaram a banir passageiros que estivessem enviando mensagens impróprias pelo chat interno dos apps. A medida foi tomada para proteger a segurança de clientes e parceiros, evitando qualquer comportamento discriminatório, violento, ofensivo ou de conduta sexual. Usando palavras-chave para identificar linguagens inapropriadas, a empresa passou a desativar permanentemente as contas de pessoas que descumprissem seu código de conduta.

4. Taxa de cancelamento mais cara

Em julho, o Uber mudou a forma de cobrar a taxa de cancelamento de corridas. Desde então, a tarifa varia de acordo com o tempo e a distância percorrida pelo motorista do momento em que ele aceita a viagem até a hora do cancelamento. Na maioria dos casos, o valor cobrado deve ser menor que a tarifa anterior, que era fixa e custava R$ 7. No entanto, em casos extremos, o valor agora pode saltar para R$ 10 na modalidade UberX.

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5. Notificação do Procon por causa de motorista

O Procon de São Paulo notificou a Uber em julho por causa de um motorista que se negou a levar uma passageira que estava acompanhada de um cão guia. A usuária, que tem o direito de levar o animal consigo até o seu destino segundo a lei federal 11.126/2005, chegou a conversar com um policial no momento da negativa do motorista, mas a autoridade disse que não poderia fazer nada, uma vez que a lei é de 2005 e, nessa época, o aplicativo não existia.

Segundo a Uber, os Termos de Uso da plataforma garantem que garante os direitos de qualquer passageiro com deficiência, e que motoristas que não cumprirem as normas têm suas licenças para dirigir pelo aplicativo suspensas durante a apuração do ocorrido.

Uber muda e tem novidades no Brasil: saiba tudo

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Reportagem Original


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